Largada Norcaça, Norpesca e Norcastanha 2016 PDF Imprimir e-mail

Norcaça, Norpesca e Norcastanha 2016

Largada de perdizes em Parada

No âmbito da Norcaça, Norpesca e Norcastanha 2016/15ª Feira Internacional do Norte, certame que decorreu em Bragança de 27 a 30 de Outubro, o Clube de Caça e Pesca de Bragança promoveu, em parceria com a Associação de Caça de Parada, uma largada de perdizes, manifestação cinegética muito concorrida, muito agradável e que terminou com um almoço-convívio num dos restaurantes com assento no espaço fechado e comercial da feira, o pavilhão do NERBA (Núcleo Empresarial de Bragança).

A largada de perdizes contou com 25 armas e o edil brigantino, Hernâni Dias, também ele caçador, não deixou créditos por mãos alheias e contribuiu para um quadro de caça satisfatório (135 perdizes cobradas), levando em conta o número de peças soltas (na ordem das 250) e a dificuldade dos tiros, mercê de portas mais espaçadas (com o propósito de se respeitar a entrada da caça) e uma distância maior das mesmas relativamente aos pontos de lançamento.

Dispondo o campo de treino de óptimas condições para o efeito, os organizadores e promotores da largada de perdizes procuraram uma solução que proporcionasse melhores condições de tiro aos participantes, por um lado, e evitasse uma “razia de caça”, por outro, com tiros a curta distância. Os objectivos foram plenamente conseguidos.

Uma manhã dominical e outonal fantástica, com sol e uma temperatura muito agradável. O mata-bicho, servido no pavilhão desportivo de Parada, preparou os caçadores para a entusiasmante jornada de caça, com muitos tiros e perdizes abatidas, com iguarias típicas da região, designadamente os enchidos, como a alheira e a chouriça, indicação precisa de que o “general Inverno” se aproxima.

Relativamente à largada, o presidente do CCP de Bragança, João Paulo Videira, deu algumas indicações relativas à rotação das portas, distância das mesmas aos pontos (três) de lançamento das perdizes, cuidados de segurança a adoptar, antes de organizadores e caçadores tomarem a direcção do campo de treino.

O exercício de tiro/cinegético prolongou-se quase por duas horas e deixou os participantes muito satisfeitos perante a igualdade de circunstâncias e oportunidades, valorizando-se os lances em detrimento de um abate mais cruel e numeroso de perdizes. No final da largada, e com a ajuda preciosa de cães perdigueiros, procedeu-se à recolha de perdizes feridas e outras que não foram recuperadas na altura por escassez de tempo na rotação das portas.

O quadro de caça, esse, foi exposto à entrada do pavilhão do NERBA, em Bragança, deixando toda a gente de sorriso de orelha a orelha. As perdizes foram, obviamente, divididas irmãmente pelos participantes, tocando cinco a cada espingarda. Melhor seria difícil. Seguiu-se a foto da praxe, ou seja, a foto de família. Para o álbum das recordações.

O convívio terminou num dos restaurantes da feira, que primou por um óptimo serviço e uma mesa abundante e variada.

Até pró ano, se o padroeiro Santo Huberto nos oferecer vida e saúde.

 

 

 
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