Fases da Lua para Portugal em 2016

A influência da Lua na pesca

Como obter a licença de caça anual no multibanco

Como obter a licença de pesca anual no multibanco

 
V Montaria de Solidariedade 2016 PDF Imprimir e-mail

V Montaria de Solidariedade do Clube de Caça e Pesca de Bragança

Novo recorde - 13 javalis no quadro de caça

 

A V Montaria de Solidariedade do Clube de Caça e Pesca de Bragança, realizada no primeiro sábado (dia 3) de Dezembro e que teve como parceiros as zonas de caça de Parada e de Coelhoso, bateu o recorde do ano passado (12) – 13 javalis no quadro de caça, a que se juntaram mais dois animais recuperados na manhã seguinte.

Com o desiderato nobre de oferecer uma mesa de Natal mais farta a algumas instituições de carácter e intervenção social da cidade e do concelho, as quais receberam a carne da jornada de caça, após inspecção sanitária e desmanche dos “bichos” no matadouro municipal, a iniciativa anual do CCP de Bragança voltou a ter um resultado digno, farto e condizente com a vontade e a determinação de quem gere a agremiação e dos muitos amigos e patrocinadores que se associam à manifestação monteira e social.

A mancha de Parada/Coelhoso, com uma área na ordem dos 400 hectares, varrida por 13 matilhas, proporcionou uma montaria animada de fio a pavio, com ladras quase permanentes e uma constância de tiros invejável, com reflexos, obviamente, no quadro final da caçada, já a noite tinha tomado conta do cenário.

É habitual dizer-se que a sorte dá muito trabalho e também este caso não foi excepção – o trabalho de casa foi bem feito, ou seja, os organizadores cuidaram da área a montear, souberam fixaram os javalis e o resultado está à vista e dispensa grandes considerações.

Sem chuva

A manhã acordou cinzenta, a ameaçar uns pingos de chuva, mas espreguiçou-se afastando as nuvens, deixando antever uma jornada seca e sem muito frio, coisa rara para estas bandas quando o “general” Inverno bate à porta.

A confirmação das inscrições, e retirada da porta em acto contínuo, foi feita em bom ritmo, entre dois dedos de conversa e troca de saudações entre caras amigas.

Foram confirmadas e preenchidas 116 portas, número que ficou aquém das expectativas dos organizadores – à espera de 130/140 monteiros.

Com a alimentação entregue à responsabilidade de um restaurante brigantino, “O Javali, o mata-bicho foi servido no pavilhão multiusos de Parada, apropriado para acolher tanta gente, entre monteiros, acompanhantes e convidados. Uma refeição farta e cheia de iguarias associadas à mesa transmontana, caso dos enchidos, preparando o estômago dos monteiros para três horas de presença e convívio com o campo.

Companhia desfeita para tomar parte da respectiva armada e rumar à mancha, procurando fazê-lo em silêncio para evitar o despertar dos “bichos”. Um procedimento habitualmente demorado, ainda que as portas estivessem bem sinalizadas.

Arraial

De acordo com os mandamentos monteiros, a montaria começa quando o monteiro é colocado na porta. Há que preparar rapidamente o arsenal, ter noção onde estão os vizinhos colocados, definir o campo de tiro e estar atento a tudo e a qualquer movimento.

O foguete a marcar o início das hostilidades, e solta das matilhas, não foi audível, mas, isso sim, foram ouvidos vários tiros seguramente antes da colocação das últimas armadas. Sinal claro da presença de javalis na mancha, a mexerem-se face à movimentação de carros e cães pela área.

Muitos tiros na primeira hora e tiros quase constantes numa linha da mancha confirmavam a presença farta de porcos e garantiam um quadro de caça extenso.

A “guerra” terminou para lá das 16 horas e não demorou a chegar a boa nova de um desfecho farto.

Com a noite a cair e o estômago a dar horas, as bifanas servidas à chegada ao ponto de concentração foram uma bênção para a maioria dos monteiros.

Seguiu-se a foto de família e quadro de caça antes de tomar assento no pavilhão para saborear o rancho e colocar a conversa em dia com os parceiros de ocasião.

No final do almoço-convívio, foi sorteada uma carabina de caça, oferecida pela “Espingardaria Barros”, armeiro de Bragança e habitual parceiro do clube de caça da cidade.

Um pequeno discurso de agradecimento aos presentes por parte do presidente do CCP de Bragança, João Paulo Videira, marcou o desfazer da feira, tendo a viagem de regresso a casa sido cumprida (já) debaixo de chuva.

Até São Pedro se associou à nobre causa e iniciativa.

Até pró ano.

A.P.

 

 

 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >

Informações Úteis

+7
H: +10°
L: +
Bragança
Quinta-Feira, 21 Fevereiro
Ver Previsão 7 Dias
Sex Sáb Dom Seg Ter Qua
      
++++++
+-4°-4°-3°-4°-1°